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Percorremos o Brasil em busca de pequenos produtores de excelência e fazemos a ponte com restaurantes inspiradores, de forma a manter vivo o nosso patrimônio gastronômico artesanal e a identidade dos territórios.
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Achava lindo devorar uma fatia de goiabada de lata espremida entre duas outras, de queijo prato, lá pela hora da Sessão da Tarde. Na mesma época, havia um queijo minas duro, velho e rançoso, que fazia estranhos aniversários na geladeira, e ninguém parecia ligar.
Quando a família real chegou ao Rio de Janeiro, a cidade ainda era fechada para o mundo, sem transporte, calçamento ou higiene. Comprava-se a carne-seca ao lado de onde se jogava o lixo, não havia saneamento algum e, nos mercados de rua a céu aberto, pairava um cheirinho de hortaliça vencida e peixe
Nossa obsessão por chocolates ainda é amor vagabundo, feito de muito açúcar, gordura, aromatizantes e aditivos, com cacau cultivado em lavouras surradas e sombreado pelas denúncias de trabalho escravo. Amamos comer, mas não entendemos de procedência, produto ou processo.
É no pôr do sol que se parte para a pesca, na Laguna de Araruama. À noite, haja vento ou tempestade, tem gente pescando naquele mundão de 220 km². De dia, o sol castiga demais. Não basta enfrentar a escuridão. Dizem que é com chuva ou vento que o peixe gosta de sair.
Prazer, guaquica. Essa frutinha, quase em extinção, era comum nos quintais do Rio de Janeiro do século XIX. É uma myrtacea como a jaboticaba, pitanga ou goiaba, e pode ser encontrada aqui e ali, de Paraty até Cabo Frio.